cá no fundo
Dizia-me que tudo está bem, que nada fica mal. que a minha cor preferida poderia ser uma inexistente, que o acordar seria uma dádiva, que o adormecer perde o encanto no momento em que é um estado continuado. Dizia-me ainda que cortar o cabelo seria uma forma de ficar mais bonita se já o fosse e que para sê-lo bastava senti-lo. Dizia-me que se levantasse o braço direito e fizesse olá a alguém seria feliz. Dizia-me que bastava menos nãos e mais sins e que os talvez só são sentidos, no futuro. Dizia-me que o meu nome estaria escrito no nome de outro alguém e que ainda assim, o unico nome que importa é o amor.
A ambiência de um momento pode revivalizar-se sempre que há um sonho por trás dele. E que quem não corre atrás, nunca corre à frente.
E cá no fundo, eu dizia-me assim e afinal, desenhei-me com lápis, pelo contorno de ti. Porque teimas na borracha?
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muito bonito.